E pela primeira vez sinto-te a falta. Aquele aperto impotente da saudade.
Penso-te continuamente. Com um sorriso.. e depois a tua ausência, a minha distância.
O que me conforta nesta distância é não ter que estar em Lisboa e saber que não te posso ver, independentemente do tempo, da proximidade, da vontade.
Os dias tornam-se luminosos, mesmo quando estou nesta costa áspera e nublosa.
Pela primeira vez estou longe e sinto-me perto. Não da realidade. De ti.
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